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A Bahia liderou a geração de emprego no Nordeste em março de 2021, com a criação de 9.820 postos de trabalho com carteira assinada. O resultado positivo decorre da diferença entre 57.868 admissões e 48.048 desligamentos. Os dados foram sistematizados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), com base nos dados do Novo Caged  do Ministério da Economia. . As informações foram analisadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento (Seplan).

Espacialmente, na Região Metropolitana de Salvador (RMS) foram criados 2.488 postos de trabalho (25,3%) em março deste ano, e no interior foram geradas 7.332 posições celetistas (74,7%). No acumulado do ano, o saldo é de 42.718 postos de trabalho.

O conselho do Programa de Parcerias e Investimentos (PPI), vinculado ao Ministério da Economia, aprovou a concessão à iniciativa privada dos dois trechos restantes da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol). O investimento esperado é de R$ 9,8 bilhões. O próximo passo para a continuidade do empreendimento é a aprovação por decreto do presidente da República.

A Bahia deve receber R$ 70 bilhões em investimentos vindos de mineradoras até 2025. A cifra foi divulgada pelo Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) no dia 22, e representa 35% do total de aportes catalogados pelo órgão em todo o país. Segundo o instituto, no 1º trimestre do ano a indústria da mineração brasileira recolheu quase 102% a mais em tributos totais do que no 1º trimestre de 2020: R$ 24 bilhões ante R$ 12 bilhões.

O Indicador de Confiança do Empresariado Baiano (Iceb), calculado pela SEI, apresentou, em abril, um quadro de maior confiança comparativamente ao observado no mês anterior, refletindo ligeiro abrandamento da incerteza. Trata-se do primeiro avanço após três recuos mensais consecutivos, interrompendo assim a trajetória de queda iniciada em janeiro passado.

A extinção do Regime Especial da Indústria Química (Reiq), pela Medida Provisória nº 1.034/2021, que tem como objetivo compensar a desoneração do diesel e do gás de cozinha trará uma perda bilionária para a Bahia. A Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb) projetou os possíveis impactos da medida na indústria. Em um cenário mais agudo, com a redução de 20% da capacidade, estima-se a perda de 33 mil empregos e de R$ 325,2 milhões na arrecadação de impostos. Já em um cenário de redução de 5% na atividade, estima-se a perda de mais de 8 mil empregos e de R$ 81,3 milhões em arrecadação. O impacto do fechamento de plantas petroquímicas no estado é um processo em cadeia, considerando que este é o segundo maior segmento industrial da Bahia, atrás somente do refino de petróleo.

Os detalhamentos dos setores, destacando alguns fatores que podem afetar as atividades de cada um, podem ser acessados no boletim completo no site da SEI clicando aqui!

 

 

 

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