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O volume de Serviços caiu 1,8% na Bahia em fevereiro de 2021, na comparação com o mês imediatamente anterior, na série com ajuste sazonal. As informações foram divulgadas nesta quinta-feira (15), através da Pesquisa Mensal de Serviços, realizada pelo IBGE e sistematizada pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento (Seplan).

 É importante destacar que o mês de fevereiro foi marcado pela suspensão das festas populares na Bahia, e pela ausência do auxílio emergencial que deixou grande parte das famílias vulneráveis socialmente, sem renda e sem perspectivas, impactando diretamente do setor de serviços.

 Devido aos impactos da pandemia do coronavírus, o volume de serviços retraiu 14% em relação ao mesmo mês do ano de 2020. Nesta base comparativa, destaque para a atividade de Outros serviços, que apresentou expansão de 7,6%. Quatro das cinco atividades puxaram o volume de serviços para baixo, com destaque, por ordem de magnitude, as atividades de Serviços prestados às famílias (-30,5%), seguido por Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-17,1%), Serviços profissionais, administrativos e complementares (-7,3%), e Serviços de informação e comunicação (-5,7%).

 A receita nominal de serviços na Bahia retraiu 14,0%, em relação ao mesmo mês do ano anterior e retraiu 13% no acumulado do ano, em relação ao mesmo período do ano anterior. O resultado no acumulado dos últimos 12 meses decresceu 16,2%.

Atividades turísticas

 Em fevereiro de 2021, o índice de atividades turísticas caiu 2,8% na Bahia, frente a janeiro de 2021. Em relação à receita nominal, a Bahia caiu 3,8%. No volume das atividades turísticas, quando comparado com o mesmo mês do ano anterior, a Bahia caiu retraiu 27%. Em relação à receita nominal, nesta mesma base de comparação, a Bahia apontou variação negativa de 31%.

No indicador acumulado dos últimos doze meses o volume decresceu 41,9%, frente a igual período do ano passado. Neste mesmo período, em relação à receita nominal, a Bahia apontou a variação negativa de 44,8%.

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