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De acordo com os resultados da Pesquisa Mensal de Serviços, realizada pelo IBGE, o volume de serviços marcou, em julho de 2020, os seguintes resultados: O volume de serviços caiu 0,9% na Bahia em julho em comparação com o mês imediatamente anterior, com ajuste sazonal. Na comparação com julho de 2019, caiu 26,4%, o indicador acumulado no acumulado do ano decresceu 18% e o indicador acumulado em 12 meses contraiu 11,7%. As informações foram divulgadas nesta sexta-feira (11), através da Pesquisa Mensal de Serviços, realizada pelo IBGE e sistematizada pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento.

Na mesma pesquisa, a receita nominal de serviços apontou, em julho de 2020, os seguintes resultados: na comparação com junho de 2020, decresceu 1,5%, com ajuste sazonal; na comparação com julho de 2019, caiu 27,7%; o indicador acumulado no ano retraiu 17,2%; o indicador acumulado em 12 meses contraiu 9,8%.

A receita nominal de serviços retraiu 27,7%, em relação ao mesmo mês do ano de 2019. Todas as atividades puxaram a receita de serviços para baixo, com destaque, por ordem de magnitude, as atividades de Serviços prestados às famílias (-77,0%), seguido por Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-26,2%), Outros serviços (-18,4%), Serviços profissionais, administrativos e complementares (-15,1%), e Serviços de informação e comunicação (-11,9%).

A receita nominal, no acumulado do ano de 2020, caiu 17,2%, em relação ao mesmo período do ano anterior, com destaque para as atividades de Serviços prestados às famílias (-40,6%), Outros serviços (-17,8%), Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-16,4%), Serviços profissionais, administrativos e complementares (-11,0%), e Serviços de informação e comunicação (-8,7%).

A receita nominal, no acumulado dos últimos 12 meses, marcou retração de 9,8% em relação ao mesmo período do ano de 2019. Por ordem de magnitude, as atividades de Serviços prestados às famílias (-23,7%) apontaram a retração mais acentuada, seguida pelas atividades de Outros serviços (-8,8%), Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-9,0%), Serviços de informação e comunicação (-6,6%), e Serviços profissionais, administrativos e complementares (-5,6%).

Analise regional das atividades turísticas

Em julho de 2020, o índice de atividades turísticas cresceu 4,8% frente a junho, terceira taxa positiva seguida, período em que acumulou ganho de 36,1%. O segmento de turismo havia acumulado perda expressiva entre março e abril (-68,1%), pois o isolamento social atingiu mais intensamente boa parte das empresas que compõem as atividades turísticas, principalmente, transporte aéreo de passageiros, restaurantes e hotéis. Regionalmente, nove das 12 unidades da federação acompanharam este movimento de expansão, com destaque para São Paulo (5,4%) e Rio de Janeiro (11,5%), seguido por Pernambuco (18,9%), Minas Gerais (5,5%) e Distrito Federal (15,4%). Em sentido oposto, Ceará (-23,0%) e Santa Catarina (-4,8%) exerceram os principais impactos negativos. A Bahia contribuiu para puxar o índice nacional para baixo com variação de 2,7%. Em relação a receita nominal, a Bahia também registrou variação negativa (-4,6%).

 

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