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O volume de serviços caiu 2,3%, na Bahia em dezembro, em comparação com o mês imediatamente anterior. Na comparação com dezembro de 2018, decresceu 5,2 % e o indicador acumulado no ano retraiu 2,2%.  As informações foram divulgadas nesta quinta-feira (13), através da Pesquisa Mensal de Serviços, realizada pelo IBGE e sistematizada pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento (Seplan).

O volume de serviços no Brasil marcou retração de 0,4%, em dezembro de 2019, na comparação com o mês imediatamente anterior (série com ajuste sazonal), mantendo a tendência de retração marcada em novembro (-0,1%). Essa é a sétima variação negativa no ano de 2019, acumulando perda de 0,5% entre outubro e novembro. Seguindo a mesma análise, a Bahia também recuou, registrando queda de 2,3%, mantendo a tendência de retração marcada em novembro (-1,4%). Essa é a sétima variação negativa no ano de 2019, acumulando perda de 3,7% entre os dois últimos meses do ano. 

Análise da receita nominal de serviços

A receita nominal, no acumulado do ano de 2019, avançou 1,5%, em relação ao mesmo período do ano anterior, com destaque para as atividades de Serviços profissionais, administrativos e complementares (4,3%), Serviços prestados às famílias (3,0%), Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (2,3%). Por outro lado, as atividades de Serviços de informação e comunicação (-3,8%) e Outros serviços (-1,2%) retraíram no período.

A receita nominal de serviços caiu 2,0%, em relação ao mesmo mês do ano de 2018. Das cinco atividades, quatro puxaram a receita de serviços para baixo, com destaque, por ordem de magnitude, as atividades de Serviços profissionais, administrativos e complementares (-7,1%), Serviços prestados às famílias (-6,2%), Serviços de informação e comunicação (-1,9%) e Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-1,4%). Apenas, a atividade de Outros serviços expandiu 38,0%, devido a baixa base de comparação (-23,7%).

Análise regional das atividades turísticas

No indicador acumulado do ano, o agregado especial de atividades turísticas no Brasil cresceu 2,6%, frente a igual período do ano passado. Regionalmente, nove dos doze locais investigados também registraram taxas positivas, com destaque para São Paulo (5,1%), Rio de Janeiro (2,4%), Minas Gerais (2,8%) e Ceará (4,8%). A Bahia apontou variação positiva de 1,3%, puxando o indicador nacional para cima. Por outro lado, o Distrito Federal (-6,2%) e os estados do Paraná (-3,1%) e Santa Catarina (-2,3%), assinalaram as principais influências negativas no acumulado do ano para as atividades turísticas. Na Receita Nominal a Bahia apontou a quarta maior variação (6,9%), ficando abaixo do Ceará (7,1%) e acima do Distrito Federal (6,8%).

Em dezembro de 2019, o índice de atividades turísticas no Brasil apontou variação positiva (1,5%), frente ao mês imediatamente anterior (série com ajuste sazonal), após recuar 2,3% em novembro. Regionalmente, seis das doze unidades da federação acompanharam a tendência de crescimento marcada no Brasil, com destaque para os avanços vindos de São Paulo (0,5%) e Paraná (2,6%), seguidos por Minas Gerais (1,3%) e Pernambuco (2,3%). Em sentido contrário, os principais resultados negativos vieram do Rio Grande do Sul (-2,0%) e da Bahia (-1,4%). Na receita nominal, a Bahia apontou variação negativa de 3,4%.

O volume das atividades turísticas, quando comparado com o mesmo mês do ano anterior, o Brasil avançou 3,4%. Em termos regionais, sete das doze unidades da federação, onde o indicador é investigado, mostraram ampliação nos serviços voltados ao turismo, com destaque para São Paulo (5,9%), seguido por Minas Gerais (6,0%) e Rio de Janeiro (3,1%). Em contrapartida, os impactos negativos mais importantes vieram de Pernambuco (-3,9%) e da Bahia (-2,1%). Na receita nominal, a Bahia ficou relativamente estável (0,0%).

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