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Em novembro de 2019, a produção industrial (de transformação e extrativa mineral) da Bahia, ajustada sazonalmente, recuou 3,5% frente ao mês imediatamente anterior, após avançar 0,9% em outubro. Na comparação com igual mês de 2018, a indústria baiana assinalou queda de 2,2%. No acumulado do ano houve redução de 2,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. No acumulado dos últimos 12 meses ocorreu queda de 2,5% frente ao mesmo período anterior. As informações fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sistematizadas nesta terça-feira (14) pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI). 

Análise dos Setores de Atividade

No confronto de novembro de 2019 com igual mês do ano anterior, a indústria baiana apresentou declínio de 2,2%, com sete das 12 atividades pesquisadas assinalando queda da produção. As contribuições positivas vieram de Derivados de petróleo (24,7%), Bebidas (18,3%), Veículos (6,1%), Produtos de borracha e de material plástico (8,5%) e Equipamentos de informática e produtos eletrônicos (8,5%). O setor Produtos químicos (-42,8%) apresentou a principal contribuição negativa no período, explicada, especialmente, pela menor fabricação de etileno não saturado, polietileno linear, propeno não saturado, amoníaco e ureia. Outros resultados negativos no indicador foram observados nos segmentos de Metalurgia (-11,3%), Couro, artigos para viagem e calçados (-18,2%), Extrativa mineral (-9,9%), Produtos alimentícios (-3,4%), Minerais não metálicos (-3,0%) e Celulose, papel e produtos de papel (-0,8%).

No acumulado de janeiro a novembro de 2019, em comparação com o mesmo período do ano anterior, a produção industrial baiana registrou queda de 2,8%. Positivamente, destacou-se o segmento Metalurgia (12,2%), impactado, principalmente, pela maior fabricação de barras, perfis e vergalhões de cobre e de ligas de cobre e ouro em formas brutas. Vale citar ainda os avanços em Bebidas (16,4%),  Minerais não metálicos (12,0%) e Derivados de petróleo (0,8%). Sete dos 12 segmentos da Indústria geral influenciaram o resultado negativo, com destaque para Produtos químicos, que declinou 16,9%, principalmente por causa da menor fabricação de amoníaco, ureia e etileno não saturado. Importante ressaltar também os resultados negativos assinalados por Celulose, papel e produtos de papel (-8,1%), Veículos (-3,7%), e Produtos alimentícios (-2,3%).

No acumulado dos últimos 12 meses, na comparação com o mesmo período anterior, a taxa da produção industrial baiana foi de -2,5%. Positivamente, destacaram-se Metalurgia (13,6%), Minerais não metálicos (12,5%) e Bebidas (16,4%). Sete dos 12 segmentos da Indústria geral influenciaram o resultado no período, com destaque para Produtos químicos, que teve queda de 17,1%, Veículos (-4,1%), Celulose, papel e produtos de papel (-7,8%) e Produtos alimentícios (-1,9%).

Comparativo Regional

A queda no ritmo da produção industrial nacional, com taxa de -1,7%, na comparação entre novembro de 2019 com o mesmo mês do ano anterior, foi registrado em nove dos 14 locais pesquisados, com destaque para os recuos mais acentuados de Espírito Santo (-24,3%), Minas Gerais (-8,5%) e Rio Grande do Sul (-5,5%). Por outro lado, Rio de Janeiro (13,3%), Amazonas (11,5%) e Goiás (10,3%) registraram as maiores taxas nesse mês.

No acumulado de janeiro a novembro de 2019, seis dos 14 locais pesquisados registraram taxa negativa, com destaque para Espírito Santo (-14,9%), Minas Gerais (-4,9%), Mato Grosso (-2,9%), Bahia (-2,8%) e Pernambuco (-2,4%). Por sua vez, Paraná (5,4%) e Amazonas (3,5%) exibiram os maiores avanços no período.

 

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