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Em março de 2018, a produção industrial (transformação e extrativa mineral) da Bahia, ajustada sazonalmente, recuou 4,5% frente ao mês imediatamente anterior, após haver crescido 0,8% em fevereiro de 2018. As informações fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal, analisados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI). Na comparação com igual mês do ano anterior, a indústria baiana assinalou queda de 5,3%. No acumulado do ano, a indústria aumentou 0,9%, em relação ao mesmo período anterior. O indicador, no acumulado dos últimos 12 meses, apresentou acréscimo de 0,3% frente ao mesmo período do ano anterior, resultado abaixo do observado em fevereiro último, quando registrou variação de 0,5%.

 

No confronto de março de 2018 com igual mês do ano anterior, a indústria baiana apresentou recuo de 5,3%, com oito das doze atividades pesquisadas assinalando queda da produção. As principais contribuições negativas ficaram com Produtos químicos (-20,4%), influenciada pela menor fabricação de etileno não saturado, propeno não saturado, buta-1,3-dieno não saturado, princípios ativos para herbicidas e benzeno e Coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-13,3%), influenciada pela menor produção de óleos combustíveis, óleo diesel, gasolina automotiva e naftas para petroquímicas. Outros setores que apresentaram resultados negativos foram: Couros, artigos para viagem e calçados (-10,4%), Minerais não metálicos (-10,9%), Borracha e material plástico (-4,4%) e   Celulose, papel e produtos de papel      (-2,1%). O setor de Veículos (10,8%) apresentou a principal influência positiva no período, explicada, especialmente, pela maior fabricação de automóveis. Outros resultados positivos no indicador foram observados nos segmentos de Produtos alimentícios (16,0%) e Bebidas (8,9%).

 

No primeiro trimestre de 2018, em comparação com o mesmo período do ano anterior, a produção industrial baiana obteve acréscimo de 0,9%. Sete dos 12 segmentos da Indústria geral influenciaram o resultado, com destaque para Veículos com expansão de 24,1%, impulsionado, em grande parte, pela maior fabricação de automóveis. É importante ressaltar os resultados positivos assinalados por Produtos alimentícios (13,5%) e Celulose, papel e produtos de papel (5,3%). Negativamente, destacou-se Produtos químicos (-10,6%), impulsionado, em grande parte, pela menor fabricação de etileno não saturado e propeno não saturado. Vale citar, ainda, a queda em Coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-5,8%) e Couros, artigos para viagem e calçados  (-7,3%).

 

No acumulado dos últimos 12 meses, comparado com o mesmo período do ano anterior, a taxa da produção industrial baiana foi de 0,3%. Sete dos 12 segmentos da Indústria geral influenciaram o resultado no período, com destaque para Veículos, que teve aumento de 30,5%. Importante ressaltar também os resultados positivos assinalados por Produtos alimentícios (6,2%) e Indústrias extrativas (6,7%). Destacaram-se, negativamente, Coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-7,8%) e Metalurgia (-17,2%).

 

Comparativo Regional - O aumento no ritmo da produção industrial nacional, com taxa de 1,3%, na comparação entre março de 2018 com o mesmo mês do ano anterior, foi acompanhada por sete dos 14 estados pesquisados, com destaque para os avanços mais acentuados assinalados por Amazonas (24,3%), Pará (10,1%), São Paulo (4,0%) e Mato Grosso (3,4%). Por outro lado, Bahia (-5,3%), Rio Grande do Sul (-4,9%) e Minas Gerais (-4,6%) assinalaram as maiores taxas negativas nesse mês.

 

No primeiro trimestre, 10 dos 14 estados registraram taxa positiva, com destaque para os aumentos em Amazonas (24,4%), Pará (8,1%), Santa Catarina (5,9%), São Paulo (5,4%) e Ceará (3,3%). Espírito de Santo (-6,0%) registrou a maior queda no período.

 

No primeiro trimestre de 2018, comparado com o mesmo período do ano anterior, a indústria baiana assinalou crescimento de 0,9% após recuo de 0,6% no quarto trimestre de 2017. Destaca-se o aumento dos setores de Veículos, com 24,1%; Produtos alimentícios, com 13,5%; Bebidas, com 14,0%; Celulose, papel e produtos de papel, com 5,3%; Metalurgia, com 2,9%; e Equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos, com 20,7%.

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