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De acordo com os resultados da Pesquisa Mensal de Serviços, realizada pelo IBGE e analisadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), o volume de serviços marcou, em fevereiro de 2018, os seguintes resultados: na comparação com janeiro de 2018, caiu 9,0%, com ajuste sazonal; na comparação com fevereiro de 2017, decresceu 8,6%; o indicador acumulado no ano retraiu 5,8%; o indicador acumulado em 12 meses caiu 5,0%.

Na mesma pesquisa, a receita nominal de serviços apontou, em fevereiro de 2018, os seguintes resultados: na comparação com janeiro de 2018, caiu 7,3%, com ajuste sazonal; na comparação com fevereiro de 2017, decresceu 5,3%; o indicador acumulado no ano retraiu 3,0%; o indicador acumulado em 12 meses caiu 0,7%.

 

Análise Setorial - O volume de serviços retraiu 8,6% em relação ao mesmo mês do ano de 2017. Das cinco atividades, quatro puxaram o volume de serviços para baixo, com destaque, por ordem de magnitude, às atividades de Outros serviços (-17,4%); Serviços de informação e comunicação (-13,5%); Serviços profissionais, administrativos e complementares (-13,3%); e Serviços prestados às famílias (-11,3%). Por outro lado, apenas a atividade de Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (0,6%), contribuiu positivamente no resultado do volume.

O resultado acumulado do volume, no segundo bimestre de 2018, retraiu 5,8% em relação ao mesmo período de 2017. Nesta análise, a atividade Serviços de informação e comunicação (-13,6%); seguido por Outros serviços (-11,6%); Serviços profissionais, administrativos e complementares (-9,0%); e Serviços prestados às famílias (-4,9%). Apenas o serviço de Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio apontou expansão no período (2,1%).

O volume no acumulado dos últimos 12 meses revelou retração de 5,0% em relação ao mesmo período do ano anterior. Por ordem de magnitude, a atividade de Serviços profissionais, administrativos e complementares (-21,6%) apontou a retração mais acentuada, seguida pelas atividades de Outros serviços (-7,9%); Serviços de informação e comunicação (-6,7%); e Serviços prestados às famílias (-3,0%). Apenas o serviço de Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio apontou expansão no período (7,5%).

 

Análise da receita nominal de serviços - Das cinco atividades, quatro puxaram a receita nominal de serviços para baixo, quando comparada com o mesmo mês do ano anterior, com destaque para Outros serviços (-14,4%); Serviços de informação e comunicação (-13,6%); Serviços profissionais, administrativos e complementares (-10,5%); e Serviços prestados às famílias (-9,2%). Apenas o serviço de Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio apontou expansão no período (6,6%).

Sobre a receita nominal, no acumulado de 2018, marcou retração de 3,0% em relação ao mesmo período do ano anterior, com destaque para as atividades de Serviços de informação e comunicação (-13,5%); Outros serviços (-8,8%); Serviços profissionais, administrativos e complementares (-6,1%); e Serviços prestados às famílias (-4,0%). Por outro lado, apenas o serviço de Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio apontou expansão no período (6,5%).

Em relação à receita nominal, no acumulado dos últimos 12 meses, marcou queda de 0,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. Por ordem de magnitude, a atividade de Serviços profissionais, administrativos e complementares (-16,9%) observou a retração mais acentuada, seguida pelas atividades de Serviços de informação e comunicação (-5,4%); Outros serviços (-2,0%); e Serviços prestados às famílias (-1,2%). Por outro lado, apenas a atividade de Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio expandiu 13,3%.

 

Análise regional - O resultado registrado no volume de serviços por Unidades da Federação, em fevereiro de 2018, na comparação com igual mês de 2017, vinte e três unidades contabilizaram variações negativas, com destaque para Rio Grande do Norte (-11,5%), Piauí (-10,7%) e Ceará (-9,4%). Por outro lado, as unidades que apontaram as maiores variações positivas no volume foram: Mato grasso (2,9%), Paraná (0,9%) e Amapá (0,5%). São Paulo registrou estabilidade relativa, enquanto que a Bahia ocupa a 16ª posição entre os estados que marcaram as menores retrações (-5,8%).

Na mesma análise, as principais Unidades da Federação que retraíram a receita nominal de serviços foram: Rio Grande do Norte (-7,9%), Piauí (-7,6%) e Ceará (-6,0%). Por outro lado, as Unidades que apontaram maiores variações positivas na receita foram: Paraná (6,8%), Mato Grosso do Sul (6,0%) e Amapá (3,2%).

 

Análise regional das atividades turísticas - O volume das atividades turísticas, quando comparado com o mesmo mês do ano anterior, caiu mais intensamente no Distrito Federal (-9,8%), Bahia (-8,1%) e Rio de Janeiro (-7,9%). Por outro lado, os principais impactos positivos vieram do e Espírito Santo (12,0%), Pernambuco (5,7%) e Santa Catarina (1,7%).

A receita nominal das atividades turísticas, quando comparada com o mesmo mês do ano anterior, as principais variações negativas vieram do Distrito Federal (-7,7%), Rio de Janeiro (-4,9%), e Ceará (-1,6%). A Bahia (-1,4%) registrou a segunda menor variação entre os resultados desfavoráveis para o setor.  Em contrata partida, Espírito Santo (19,3%), Pernambuco (10,2%) e Santa Catarina (3,4%) apontaram as variações mais acentuadas.

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