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De acordo com os resultados da Pesquisa Mensal de Serviços, analisados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia, em julho de 2017, o volume de serviços caiu 3,5% na comparação com junho de 2017 e decresceu 8,3% na comparação com junho de 2016. A pesquisa apresentou ainda que o indicador acumulado no ano retraiu 6,5% e que o indicador acumulado em 12 meses caiu 7,5%.

 

Na mesma pesquisa, a receita nominal de serviços apontou, em julho de 2017, queda de 3,3%, na comparação com junho de 2017 e na comparação com junho de 2016, decresceu 4,6%. A pesquisa apontou também que o indicador acumulado no ano retraiu 1,5% e o indicador acumulado em 12 meses caiu 2,6%.

 

Análise setorial - O volume de serviços caiu 8,3% em relação ao mesmo mês do ano de 2016. Das cinco atividades, quatro puxaram o volume de serviços para baixo, com destaque, por ordem de magnitude, às atividades de Serviços profissionais, administrativos e complementares (-28,1%), Outros serviços  (-23,1%), Serviços de informação e comunicação (-9,1%) e Serviços prestados às famílias  (-4,1%). Apenas, às atividades de Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio expandiram 6,9%.

 

O volume de serviços teve redução de 6,5% no acumulado do ano de 2017 em relação ao mesmo período de 2016. Nesta análise, todas as atividades retraíram, com destaque para Serviços profissionais, administrativos e complementares (-16,5%); que apresentou a maior queda; seguido pelas atividades de Outros serviços (-15,1%); Serviços prestados às famílias (-2,9%); Serviços de informação e comunicação (-2,8%); e Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-2,5%).

 

O volume no acumulado dos últimos 12 meses revelou retração de 7,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. Por ordem de magnitude, a atividade de Outros serviços (-14,7%) apontou a retração mais acentuada, seguida pelas atividades de Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-9,7%); Serviços profissionais, administrativos e complementares (-7,8%); Serviços prestados às famílias (-4,4%); e Serviços de informação e comunicação (-3,4%).

 

Análise da receita nominal de serviços -  A receita de serviços caiu 4,6% em relação ao mesmo mês do ano de 2016. Das cinco atividades, quatro puxaram a receita nominal de serviços para baixo, quando comparada com o mesmo mês do ano anterior, com destaque para Serviços profissionais, administrativos e complementares (-24,2%); Outros serviços (-18,1%); Serviços de informação e comunicação (-7,8%), e Serviços prestados às famílias (-3,3%). Apenas, às atividades de Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio expandiram 12,8%.

 

Sobre a receita nominal, no acumulado do ano de 2017 em relação ao mesmo período de 2016, marcou retração de 1,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, com destaque para as atividades de Serviços profissionais, administrativos e complementares (-11,0%); seguido pela atividade de Outros serviços (-8,7%); Serviços de informação e comunicação (-1,4%); e Serviços prestados às famílias (-0,2%). Por outro lado, apenas a atividade que apontou expansão, foram Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (12,8%).

 

Em relação à receita nominal, no acumulado dos últimos 12 meses, marcou queda de 2,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. Por ordem de magnitude, a atividade de Outros serviços (-8,4%) observou-se a retração mais acentuada, seguida pelas atividades de Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-3,9%); Serviços de informação e comunicação (-2,6%); Serviços profissionais, administrativos e complementares (-1,7%); e Serviços prestados às famílias (-0,7%).

 

Análise regional - O resultado registrado no volume de serviços por Unidades da Federação, no acumulado do ano de 2017 em relação ao mesmo período de 2016, apontou retração em vinte e quatro unidades, com destaque para Roraima (-16,8%), Amapá (-16,4%) e Rondônia (-15,8%). Em sentido oposto, Mato Grosso (4,2%), Paraná (4,0%), Rio Grande do Norte (0,3%) apontaram expansão. A Bahia (-6,5%) ocupa a 12ª posição entre as unidades da federação que contabilizaram as menores retrações no período.

 

Análise regional das atividades turísticas - O volume das atividades turísticas no Brasil, quando comparado com o mesmo mês do ano anterior, apontou retração de 5,0%. Os principais impactos negativos vieram do Distrito Federal (-22,2%) e Rio de Janeiro (-22,2%). Por outro lado, ampliaram mais intensamente em Goiás (13,8%), Pernambuco (12,2%), e Santa Catarina (7,3%). Nesta análise a Bahia contabilizou estabilidade relativa (0,1%).

 

A receita nominal das atividades turísticas no Brasil, quando comparada com o mesmo mês do ano anterior, contabilizou expansão 5,6%. As principais variações positivas vieram de Paraná (20,2%), Santa Catarina (18,2%), Goiás (17,0%), e Ceará (16,4%). Nesta análise a Bahia também marcou expansão (8,1%).  Em contra partida, apenas o Rio de Janeiro (-11,3%) e o Distrito Federal (-4,5 %) apontaram queda.

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