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De acordo com resultados da Pesquisa Mensal de Serviços, em fevereiro de 2017 houve queda de 5,5% na Bahia, quando comparado ao mesmo mês do ano passado.

 

O volume de serviços na Bahia registrou, em fevereiro de 2017, queda de 5,5% em comparação ao mesmo mês do ano passado. O resultado foi registrado na Pesquisa Mensal de Serviços, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e analisado pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI). A análise da SEI registrou ainda a queda de 5,0%, com ajuste sazonal, na comparação com janeiro de 2017. O indicador acumulado no ano retraiu 2,4% e o indicador acumulado em 12 meses registrou queda de 7,7%.

Na mesma pesquisa, a receita nominal de serviços apontou, em fevereiro de 2017, os seguintes resultados: na comparação com janeiro de 2017, houve queda de 3,8%, com ajuste sazonal. Houve também estabilidade relativa de 0,3%, na comparação com fevereiro de 2016. O indicador acumulado no ano avançou 3,5% e o indicador acumulado em 12 meses registrou queda de 2,4%.

 

Análise setorial - Das cinco atividades observadas, três contribuíram para que o volume de serviços declinasse, quando comparado com o mesmo mês do ano anterior, com destaque para aqueles agregados nas atividades de Outros serviços (-17,4%), e Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-13,2%); e Serviços prestados às famílias (-7,2%). Nesta análise, o maior impacto positivo veio dos Serviços profissionais, administrativos e complementares, com variação de 2,5%.

O resultado acumulado do volume, no segundo bimestre de 2017, retraiu 2,4% em relação ao mesmo período de 2016. Nesta análise, a atividade Outros serviços (-12,6%); seguido por Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-10,8%); Serviços de informação e comunicação (-2,3%); e Serviços prestados às famílias (-0,4%).

O volume no acumulado dos últimos 12 meses revelou retração de 7,7 % em relação ao mesmo período do ano anterior. Por ordem de magnitude, a atividade de Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-15,0%) apontou a retração mais acentuada, seguida pelas atividades de Outros serviços (-13,2%); Serviços prestados às famílias (-6,1%); e Serviços de informação e comunicação (-4,8%). Apenas os Serviços profissionais, administrativos e complementares apontou leve expansão no período (2,2%).

 

Análise da receita nominal de serviços - Das cinco atividades, três puxaram a receita nominal de serviços para baixo, quando comparada com o mesmo mês do ano anterior, com destaque para Outros serviços (-10,8%), Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-5,5%), e Serviços prestados às famílias (-2,5%). Quanto às atividades que impactaram positivamente o indicador, cabe enfatizar os resultados obtidos pelas atividades de Serviços profissionais, administrativos e complementares cuja expansão foi da ordem de 9,8%.

Sobre a receita nominal, no acumulado de 2016, marcou expansão de 3,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, com destaque para as atividades de Serviços profissionais, administrativos e complementares (21,8%) e Serviços prestados às famílias (4,0%). Por outro lado, a atividade de Outros serviços (-5,6%) apontou a retração mais ampla, seguida pelas atividades de Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-4,2%).

Em relação a receita nominal, no acumulado dos últimos 12 meses, marcou queda de 2,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. Por ordem de magnitude, a atividade de Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-9,6%) observou a retração mais acentuada, seguida pelas atividades de Outros serviços (-6,6%); Serviços de informação e comunicação (-3,8%), e Serviços prestados às famílias (-0,2%) ficou relativamente estável. Por outro lado, apenas a atividade de Serviços profissionais, administrativos e complementares expandiu 9,8%.

 

Análise regional - O resultado registrado no volume de serviços por Unidades da Federação, em fevereiro de 2017, na comparação com igual mês de 2016, vinte e duas unidades contabilizaram variações negativas, com destaque para Tocantins (-25,2%), Amapá (-18,9%) e Rondônia (-18,0%). Por outro lado, as unidades que apontaram as maiores variações positivas no volume foram: Piauí (10,0%), Mato grasso (3,0%) e Acre (0,5%). Paraná (0,1%), e Rio Grande do Sul (0,0%) registraram estabilidade relativa.

Na mesma análise, as principais Unidades da Federação que retraíram a receita nominal de serviços foram: Tocantins (-25,0%), Rondônia (-13,2%), e Amapá (-13,1%). Por outro lado, as Unidades que apontaram maiores variações positivas na receita foram: Piauí (20,3%), Acre (12,0%) e Paraná (10,1%).

 

Análise regional das atividades turísticas - O volume das atividades turísticas , quando comparado com o mesmo mês do ano anterior, ampliou mais intensamente em Goiás (16,6%), Santa Catarina (8,0%), e Minas Gerais (3,1%). Por outro lado, os principais impactos negativos vieram do Rio de Janeiro (-18,8%), Distrito Federal (-17,1%) e Espírito Santo (-17,1%). Nesta análise a Bahia (-1,8%) apontou a menor variação negativa.

 

A receita nominal das atividades turísticas, quando comparada com o mesmo mês do ano anterior, as principais variações positivas vieram de Goiás (20,2%), Minas Gerais (15,2%), e Santa Catarina (13,9%). A Bahia (4,8%) registrou a terceira menor variação entre os resultados favoráveis para o setor.  Em contrata partida, Rio de Janeiro (-11,6%) e Espírito Santo (-8,7%), apontaram as variações negativas mais acentuadas.

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